Fazemos acontecer

Portaria Legal

Publicado na Revista Tutti Vida & Estilo | 16ª Edição | Setembro | 2014
Foto: Alessandro Maschio

 Eles são profissionais fundamentais para o bom funcionamento de qualquer condomínio. Conheça os porteiros, suas histórias e seu trabalho

 Antonio Marcos Campion, do Condomínio Oswaldo Miori
´´Faz um ano e meio que sou porteiro aqui no prédio. Voltei, porque antes trabalhei cinco anos na portaria e outros cinco como zelador. Eu sou aposentado como fundidor. Trabalhei 28 anos na área de fundição com material derretido. É pesado, tanto que fiquei com problema de coluna. Ser porteiro é mais leve, mas não significa que seja fácil. Você precisa ter paciência e jogo de cintura para lidar com os moradores, mesmo se a pessoa estiver estressada. A minha sorte é que os condôminos daqui, e a maioria é de idade, são gente boa. Acho que o mais legal é esse contato com as pessoas, você acaba aprendendo muita coisa. Nasci aqui mesmo em Piracicaba, moro na Vila Rezende, sou casado, tenho um filho e vou ser avô pela primeira vez.´´
 
 
  
Maria Roseli da Silva Augusti, do Condomínio Lelio Ferrari
´´Eu trabalho como porteira aqui há seis anos. Já trabalhei antes em escolinha, em casa de família. Para mim é muito bom aqui. Eu gosto de tudo, do contato com as pessoas, porque a gente aprende bastante a entender cada um. E a ter sempre cuidado no trato com todo mundo. Aqui é um prédio residencial e bem variado. Como são apartamentos pequenos, a maioria dos moradores é idosa ou estudantes. Então, você tem pessoas bem diferentes. Mas todo mundo é muito educado. O horário também é bom, das 6h às 14h, porque gosto de levantar cedo. Mas, para quem precisa trabalhar, não dá para escolher hora. Nasci aqui em Piracicaba mesmo, sou casada, tenho dois filhos, e já estou com dois netos´´.
 
 
 
 
 
   
Humberto Antonio Cangiani, do Edifício San Diego
´´Estou na portaria há quatro anos. Trabalhei muitos anos como ajustador mecânico, ofício pelo qual me aposentei aos 50 anos. Mas não deu para parar de trabalhar. Estava em outra firma, que entrou em crise e acabei demitido. Foi difícil arrumar outro serviço nessa idade, mas me acertei como porteiro. Hoje estou com 65 anos e gosto muito do que faço. O melhor é o contato com os moradores. Aqui tem gente muito boa, que brinca, conversa. Todo mundo puxa conversa, dá bom dia. Às vezes tem um ou outro estressado, mas isso é muito raro. Nasci em Piracicaba, sou casado, tenho dois filhos e quatro netos. Nem penso em parar de trabalhar. Quem para fica com problemas, porque não exercita a mente. Quero ser sempre ativo, até quando der.´´

 

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