Fazemos acontecer

Portaria Legal

Publicado na Revista Tutti Vida & Estilo | 17ª Edição | Dezembro | 2014
Foto: Alessandro Maschio

Eles são profissionais fundamentais para o bom funcionamento de qualquer condomínio. Conheça os porteiros, suas histórias e seu trabalho

 
Antonio Bezerra de Sousa, Condomínio Edifício Antares
´´Eu trabalho no prédio há 17 anos, desde que cheguei a Piracicaba. Nasci em Canindé (CE), mas morei 40 anos no Rio de Janeiro, onde trabalhei com contabilidade.Um dos meus irmãos, que morava no Rio, disse que estava vindo para cá. Eu vim visitá-lo durante as minhas férias e me encantei pela cidade. Aluguei uma casa e precisava arrumar emprego logo. Como eu já tinha 50 anos (hoje tenho 67), apareceu vaga em portaria. Acabei gostando bastante e hoje me dou bem. O mais legal de trabalhar na portaria é o relacionamento com as pessoas e saber tratar todo mundo com paciência. Isso eu já aprendi e me sinto valorizado. E adoro essa cidade. Sou casado, tenho uma filha que nasceu no Rio e hoje mora em Indaiatuba´´.
 
Alan Ferreira Freire, Condomínio Edifício Alferes
´´Estou aqui há três anos. Antes era garçom no Bistecão, restaurante tradicional aqui do Centro. Eu gosto de tudo que diz respeito à profissão de porteiro. É legal porque você interage com todo mundo. O trabalho exige que você seja simpático e comunicativo, então eu tenho sorte porque sou assim. Ninguém gosta de ver um porteiro carrancudo, e ele não duraria muito no emprego. Ele precisa saber lidar com todo tipo de gente, e isso que é bacana. Tem de separar as coisas, pois aquele morador, às vezes, ficou bravo porque estava com um problema. Mas a sorte é que aqui o pessoal é gente fina e isso quase nunca acontece. Eu sou aqui de Piracicaba, comecei a trabalhar aos 17 anos e já fiz muita coisa. Sou solteiro e tenho um filho de quatro anos´´.
 
Romilton Bolzan, Condomínio Edifício Araguaia
´´Comecei a trabalhar no prédio com 22 anos e já estou há 19. Antes trabalhei como fiscal de turma na Usina Santa Helena. Acabei me encontrando aqui, neste trabalho, me acostumei e gosto bastante do que faço. Hoje eu sou folguista, ou seja, aquele que entra nas folgas dos outros porteiros. Eu posso trabalhar um dia de manhã, outro à noite. A gente não tem rotina, mas é exatamente disso que gosto. Como estou há bastante tempo aqui, conheço todos os moradores. Eu me dou muito bem com todos e é preciso ter jogo de cintura, e entender que, às vezes, a pessoa chega chateada em casa e a primeira pessoa em quem ‘descarrega’ é no porteiro. A gente precisa entender isso também. Nasci em Piracicaba, sou casado e tenho um filho de 15 anos´´.
 

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